Objetivos
Consocios ou Condomínios
  de produtores rurais
Qual a diferença
Características relevantes
Decreto governamental
O que são
Como funcionam
Qual a diferença
Participantes
Normas da parceria
Obrigações dos parceiros
Outras parcerias
Extinção dos contratos de   parceria
Distratos
Normas do arrendamento
Obrigações dos arrendantes
Casos de despejo
Extinção dos contratos de   arrendamento
Prazos dos contratos
Imposto de renda
O que é
Para que serve
Benefícios
Universo de atuação
Conhecendo Espaço   subutilizado
Identificando
  profissionais do setor
Diversificando atividades
Identificando áreas
Mobilizando proprietarios
Mobilizando agricultores
Divulgando atividades
Obtendo Informações   de pretendentes
Avaliando ofertas
Avaliando propostas
Recebendo pretendentes
Arrancada inicial
Crescimento das lavouras   comerciais
Impacto econômico
Participação de parceiros
  e arrendatários
Popularizando parcerias e   arrendamentos
Exemplo de Uberaba
  para o Brasil
Virou programa do
  Ministério da Agricultura
Para funcionários
Para acionistas
Para clientes
Na ANABB
O Programa
 
PARCERIAS E ARRENDAMENTOS PARA CONDOMÍNIOS OU CONSÓRCIOS DE PRODUTORES RURAIS

Arrendamento de terras ou parcerias rurais através de condomínios ou consórcios de produtores pode ser uma opção interessante para profissionais que desejam aumentar a escala de produção com máxima eficiência e custos reduzidos. Os arrendamentos e as parcerias rurais, já são instrumentos consagrados como permissores do acesso à terra, dispensando imobilização. Já os condomínios e os consórcios, amplamente utilizados em atividades urbanas, agora nas suas modalidades rurais acabam de ser regulamentados por lei federal, de conformidade com experiências bem sucedidas praticadas no país e no exterior. Nestas associações comunitárias, os componentes comprometem seus ativos produtivos em torno de uma organização societária simples que vai realizar todo o processo para estabelecimento de uma atividade agropecuária, desde o arrendamento da terra ou a parceria do empreendimento programado até às operações conjuntas de compra de insumos, aquisição de máquinas e implementos, instalação e custeio da atividade, colheitas e venda de produtos, Dessa forma, estas organizações condominiais e consorciais permitem a grupos de produtores alcançar escalas técnicas e produtivas que viabilizam com mais eficiência e rentabilidade os negócios rurais, superiores ao que se poderia alcançar normalmente através do esforço individual.

O ponto mais importante destas associações é o de poder realizar alocação eficiente do recurso mais escasso no meio rural brasileiro: o capital. A proposta consiste em utilizar o capital - físico, financeiro e humano - próprio ou de terceiros, com o objetivo primordial de gerar renda.
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